Onésimo Teotónio Almeida vive há mais de meio século nos EUA, mas continua a considerar-se açoriano: «Eu não emigrei, alarguei fronteiras.» Doutorado em Filosofia, ensaísta, professor, dedicou boa parte da sua vida às questões da portugalidade, da diáspora, da cultura e da língua. E quando se lhe pergunta qual é o nosso fator identitário mais relevante não tem dúvidas. Há uma geografia e uma memória, mas é a língua que nos formata.
Conversa com António José Teixeira e David Azevedo Lopes, no podcast da RTP Antena 1 “Ponto de Interrogação”.