Colecionar objetos ou experiências são expressões exclusivas do comportamento humano, mesmo entre aqueles que se distinguem pelo despojamento. É o entendimento do museólogo Rui Oliveira Lopes, fundador do Museu das Convergências, que vai abrir portas, no próximo ano, no Porto.
Assume-se desprendido, itinerante. Desfez-se da sua biblioteca quando foi viver para o Brunei, mas regressou com outra… Rui Oliveira Lopes diz que devia haver um museu para os objetos imaginários, que contemplasse o Escudo de Ajax ou a Caixa de Pandora, por exemplo.
Conversa com António José Teixeira e David Azevedo Lopes, no podcast da RTP Antena 1 “Ponto de Interrogação”.