Imagem de 75 anos de Vítor Mamede: redescobrir um músico que marcou Portugal
Fotografia de Vítor Mamede (créditos: João Carlos Callixto)

75 anos de Vítor Mamede: redescobrir um músico que marcou Portugal

João Carlos Callixto dedica um episódio de "Gramofone" a um dos autores de "Dai Li Dou", um dos bateristas dos Quarteto 1111, e colaborador de Jorge Palma, Rão Kyão e outros artistas.

Imagem de 75 anos de Vítor Mamede: redescobrir um músico que marcou Portugal

75 anos de Vítor Mamede: redescobrir um músico que marcou Portugal

João Carlos Callixto dedica um episódio de "Gramofone" a um dos autores de "Dai Li Dou", um dos bateristas dos Quarteto 1111, e colaborador de Jorge Palma, Rão Kyão e outros artistas.

Nesta emissão do “Gramofone” celebramos os 75 anos de vida de um músico e produtor que deixou marcas na nossa música desde a segunda metade da década de 1960. Junto do grande público, talvez poucos sejam os que não recordam a canção “Dai-Li-Dou”, com música sua e letra de Carlos Quintas, que em 1978 venceu o Festival RTP da Canção na interpretação dos Gemini.

Como baterista e filho de baterista, Vítor Mamede surgiu com os Chinchilas, ao lado de Filipe Mendes, e depois passou por grupos como o Sindicato, o Quarteto 1111 ou os Green Windows. No início dos anos 80, foi produtor de “Vila Faia”, a primeira telenovela portuguesa.

Nesta primeira parte da conversa, ficamos a conhecer melhor como o músico deu os passos iniciais na carreira de estúdio, ao lado de Pedro Osório e Thilo Krasmann, e a importância do jazz e da música brasileira na sua formação.

Nomes como Jorge Palma ou Rão Kyao são alguns dos músicos com quem Vítor Mamede colaborou numa fase inicial dos percursos de ambos, apresentando-se aliás com eles na formação do grupo Sindicato que tocou no Festival de Vilar de Mouros de 1971. O trabalho ao lado de José Cid é também um dos eixos fundamentais na obra de Vítor Mamede.

Texto e programa de João Carlos Callixto