Imagem de Danças Ocultas: “Inspirar”
Fotografia de Danças Ocultas: Rita Carmo

Danças Ocultas: “Inspirar”

Um disco em que cada peça foi burilada e esculpida até restar apenas o essencial.

Imagem de Danças Ocultas: “Inspirar”

Danças Ocultas: “Inspirar”

Um disco em que cada peça foi burilada e esculpida até restar apenas o essencial.

Capa de “INSPIRAR” (2025), álbum de Danças Ocultas.

Neste décimo álbum, o grupo Danças Ocultas assume abertamente o conceito de criar tempo, luz e respiração com a intenção de moldar uma música crua, mas expressiva. Houve algo de muito orgânico neste processo – como se cada peça fosse burilada e esculpida até restar apenas o essencial. Com uma estética marcada pela subtileza, pelo silêncio e pela busca da essência, os Danças Ocultas criam música instrumental que atravessa fronteiras – geográficas, estilísticas e emocionais.

“Pulsar” e “Pedra do Sol” foram os primeiros temas retirados deste “INSPIRAR”. Desde maio de 1989 que Artur Fernandes, Filipe Cal, Filipe Ricardo e Francisco Miguel se organizaram em torno de um sonho.

A inspiração vem da música de câmara, do Nuevo Tango e de outras músicas tradicionais urbanas. “Folk impressionista” é talvez o melhor rótulo para essa música de arte intemporal: minimalismo, pinturas sonoras profundas cheias de reviravoltas inesperadas e nobre melancolia.

Este é um Disco Antena 1, em destaque no programa “A Árvore da Música”, de Ana Sofia Carvalheda.