
Capa de “O Homem Triste” (2026), álbum de Luca Argel.
Em “O Homem Triste”, Luca Argel parte de uma reflexão profunda sobre a forma como a masculinidade foi construída socialmente e sobre o impacto dessa herança emocional nos homens de hoje. O disco nasce da urgência de falar sobre fragilidade, frustração, tristeza e silêncio — sentimentos muitas vezes reprimidos em nome de um ideal de força que acaba por gerar sofrimento, isolamento e violência.
Produzido por Moreno Veloso, “O Homem Triste” propõe um exercício de escuta e empatia, convidando à aceitação da vulnerabilidade como condição humana essencial. Com edição marcada para 23 de janeiro, o álbum afirma-se como um gesto artístico e político, que defende que ser homem não pode ser mais importante do que ser feliz.