Imagem de Fernando Alves: “A mais longínqua memória de Natal”

Fernando Alves: “A mais longínqua memória de Natal”

O autor da rubrica "Os Dias que Correm" regressa, neste conto, à casa da sua avó numa pequena aldeia da Beira.

Imagem de Fernando Alves: “A mais longínqua memória de Natal”

Fernando Alves: “A mais longínqua memória de Natal”

O autor da rubrica "Os Dias que Correm" regressa, neste conto, à casa da sua avó numa pequena aldeia da Beira.

Duas dezenas de chaminés fumegantes, uma fonte, uma eira, um forno comunitário e uma capela. Tudo o que na memória de Fernando Alves remete para uma aldeia no Natal onde o musgo enche presépios.

Fernando Alves regressa neste conto à casa da sua avó numa pequena aldeia da Beira onde as luzes de Natal se aproximavam das estrelas e onde, na cozinha, triunfava a arte das mulheres que unia a família inteira à mesa.

A melhor prenda de natal de que me lembro, não p’lo valor material mas por ter sido a mais desejada, foi um globo terrestre, em redor do qual fiz milhares de viagens.