Pertencer, integrar, acolher: a Marcha de Penha de França

As fronteiras aqui são só geográficas. Porque a Penha é de quem a sente.

A Penha não grita.

“Somos discretos, mas quando marchamos… é a sério.”

Aqui, a marcha é feita por mãos antigas. Bordada por novas vozes e herdeiros do Bairro que prestam homenagem aos que já partiram.

É o bairro inteiro a subir em silêncio — mas a marcar quem vê, e sobretudo quem marcha.

Pertencer, integrar, acolher. Aqui o sotaque pode até ser difícil para quem vem de outros lugares, mas o bem receber é a melhor escola!

O Fábio marcha com o Pedro, com a Sara e com a Sonia. As fronteiras aqui são só geográficas. Porque a Penha é de quem a sente.

Conheça os restantes retratos dos bairros que desfilam nas Marchas Populares, no podcast da Antena 1 “Esta Lisboa que Marcha”:

Imagem de A Antena 1 nas Marchas Populares de Lisboa

A Antena 1 nas Marchas Populares de Lisboa

Entre uma emissão especial e o podcast "Esta Lisboa que Marcha", desfilam mais de duas dezenas de bairros.

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