Maria do Rosário Palma Ramalho garante que não responsabiliza o Presidente da República, mas entende que António José Seguro “empoderou a UGT no sentido que tornou dispensável chegar a acordo”.
Ao podcast da RTP Antena 1 “Política com Assinatura”, a ministra admite que “o senhor Presidente quereria exatamente o contrário”, que era sentar os parceiros à mesa para negociar. Palma Ramalho usa mesmo a expressão “entusiasmar para um acordo”. No entanto, a responsável pela pasta do Trabalho, entende que com as declarações do então candidato a Presidente da República, “a UGT ficou legitimada para não celebrar o acordo, como veio a acontecer”.