Imagem de Marco Martins fala do espetáculo “A Colónia”

Marco Martins fala do espetáculo “A Colónia”

"A Colónia", espetáculo em cena na Culturgest, este sábado pela última vez, é a senha para os lugares mais íntimos de um criador.

Imagem de Marco Martins fala do espetáculo “A Colónia”

Marco Martins fala do espetáculo “A Colónia”

"A Colónia", espetáculo em cena na Culturgest, este sábado pela última vez, é a senha para os lugares mais íntimos de um criador.

Nasceu em 1972, no mesmo ano em que um grupo de crianças, filhas e filhos de presos políticos aprendem a brincar numa colónia de férias. “A Colónia”, espetáculo em cena na Culturgest, este sábado pela última vez, é a senha para os lugares mais íntimos de um criador: “Eu confio em ti para contares a minha história”.

A memória é o grande lugar da ficção. Desta vez, a memória de crianças privadas de infância durante o Estado Novo. Depois da peça, haverá um filme, cujo guião começa agora a ser reescrito por Marco Martins. Esta é a sua dança, entre o cinema e o teatro, mas cada vez mais, o teatro. A confissão surge lá mais para o final da conversa, entre reflexões e descobertas sobre um percurso com ritmo ora sereno, ora frenético, mas sempre exigente. São várias leituras, muitas camadas.

As pessoas, a história, e a sua arte.

Marco Martins é “Pessoa para Isso”.