Imagem de Cristina Claro: “Entretela”
Cristina Clara | Fotografia de Ana Viotti

Cristina Claro: “Entretela”

Um trabalho no qual fronteiras surgem como costuras, margens que se aproximam. Com convidados como António Zambujo, Sérgio Godinho, e Tito Paris.

Imagem de Cristina Claro: “Entretela”

Cristina Claro: “Entretela”

Um trabalho no qual fronteiras surgem como costuras, margens que se aproximam. Com convidados como António Zambujo, Sérgio Godinho, e Tito Paris.

Capa de “Entretela” (2026), álbum de Cristina Clara.

“Entretela” é o segundo álbum de Cristina Clara. O título nasce dessa camada quase invisível que dá corpo ao tecido sem se mostrar e encontra eco na forma como as canções se conectam.

Ao longo do disco, a artista tece histórias através das narrativas e ritmos que encontrou em Lisboa. O fado, o batuku ou as canções de transmissão oral chegam pela vivência, pela escuta, pelo corpo.

Há em “Entretela” algo profundamente intuitivo e feminino: um trabalho de ligação no qual fronteiras surgem como costuras, margens que se aproximam.

Com convidados como António Zambujo, Sérgio Godinho, Tito Paris, Roda de Percussão Ibérica e Rolando Semedo, este não é um álbum de leitura única; deixa, no entanto, a trama como guia, para que cada escuta encontre o seu próprio caminho.

Além de Cristina Clara que assina algumas das letras, outros autores participam também entre os quais Ana Sofia Paiva, Amélia Muge, Maria do Rosário Pedreira, Edu Mundo e Daniel Pereira Cristo, o próprio Sérgio Godinho e Rolando Semedo.

No dia 3 de novembro, “Entretela” será apresentado ao público na Sala Bernardo Sassetti no Teatro São Luiz em Lisboa, contando com a participação de convidados como António Zambujo, entre outros.

Este é um Disco RTP Antena 1.