Imagem de Luca Argel: “O Homem Triste”
Fotografia de Luca Argel: Krystallenia Batziou

Luca Argel: “O Homem Triste”

Um gesto artístico e político: ser homem não pode ser mais importante do que ser feliz.

Imagem de Luca Argel: “O Homem Triste”

Luca Argel: “O Homem Triste”

Um gesto artístico e político: ser homem não pode ser mais importante do que ser feliz.

Capa de “O Homem Triste” (2026), álbum de Luca Argel.

Em “O Homem Triste”, Luca Argel parte de uma reflexão profunda sobre a forma como a masculinidade foi construída socialmente e sobre o impacto dessa herança emocional nos homens de hoje. O disco nasce da urgência de falar sobre fragilidade, frustração, tristeza e silêncio — sentimentos muitas vezes reprimidos em nome de um ideal de força que acaba por gerar sofrimento, isolamento e violência.

Produzido por Moreno Veloso, “O Homem Triste” propõe um exercício de escuta e empatia, convidando à aceitação da vulnerabilidade como condição humana essencial. Com edição marcada para 23 de janeiro, o álbum afirma-se como um gesto artístico e político, que defende que ser homem não pode ser mais importante do que ser feliz.

Este é um Disco Antena 1.