Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • Zigzag Play
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
Antena 1 - RTP
  • Programas
  • Podcasts
  • Vídeos
  • Música
    Nacional Internacional Fado Discos Antena 1 Concertos Antena 1
  • Notícias
  • Programação
  • O que já tocou
  • Outros Temas
    Cinema e Séries Cultura Política e Sociedade

NO AR
PROGRAMAÇÃO O QUE JÁ TOCOU
Imagem de Gloria Gaynor: oito décadas a sobreviver
DR
Música 7 set, 2023, 00:00

Gloria Gaynor: oito décadas a sobreviver

O ícone do disco sound, voz de "I Will Survive", completa hoje 80 anos.

Imagem de Gloria Gaynor: oito décadas a sobreviver
Música 7 set, 2023, 00:00

Gloria Gaynor: oito décadas a sobreviver

O ícone do disco sound, voz de "I Will Survive", completa hoje 80 anos.

A 7 de setembro de 1943, o estado de Nova Jérsia viu nascer um nome sinónimo de amor-próprio e potência vocal. Este é o dia de Gloria Gaynor, a artista que se tornou num marco do disco sound, e não apenas graças a I Will Survive, uma das canções eternas na história da música popular. A Antena 1 assinala este aniversário pelas 9h40, esta quinta-feira, com a intervenção de Nuno Galopim nas manhãs.

Enraizou-se nos sons da soul desde cedo: não só ladeada das vozes de Nat King Cole e Sarah Vaughan em disco e na rádio, estava próxima de um músico profissional – o pai – e alguns dos seus irmãos cantavam num quarteto de gospel. Contudo, a família não estava ciente do desejo que Gaynor acalentava pelo canto, que começou por concretizar em clubes noturnos por Newark, Nova Iorque e outros pontos da costa oeste dos EUA. É só em 1971, aos 28 anos de idade, que assina contrato com a editora Columbia, mas só quatro anos mais tarde, já no plantel da MGM, edita o seu primeiro álbum.

O lado A de Never Can Say Goodbye, essa estreia em LP, era uma maratona na pista de dança: três canções sem interrupções entre si. Uma delas, a faixa-título (versão dos Jackson 5), fez-se o primeiro número um na Dance Club Songs, tabela de vendas da revista Billboard para medir a pulsação às discotecas. Mas este sucesso não seria confinado aos clubes, alcançando também a rádio e o consumo generalista além-fronteiras. E se também não seria mantido com os álbuns imediatamente seguintes, como Glorious (1977), a verdade é que o grande triunfo de Gaynor estava por vir – e quase passou ao lado dos ouvintes.

De facto, o êxito de assinatura de Gaynor, I Will Survive, esteve para ser apenas um lado B. Em promoção do álbum Love Tracks (1978), o objetivo era vender Substitute – construída numa sessão de gravação mais meticulosa, que chegou às três horas em estúdio. Significava isso que sobravam então 35 minutos para gravar a segunda faixa. O resultado é uma das faixas mais límpidas da era do disco, que Gaynor gravou enquanto ainda recuperava de um acidente rodoviário.

Com o apoio da rádio, I Will Survive tornou-se o single principal sobre Substitute. O resto é história: o topo da tabela de vendas dos EUA, um Grammy e presenças múltiplas em listas das melhores canções de sempre – feitos que a revolta contra o disco sound, em 1979, não conseguiu apagar. Com esta canção imortal, Gaynor assenhoreou-se até dos estádios de futebol; começou com a seleção francesa, cujos adeptos adotaram uma versão alterada de I Will Survive como canto de apoio. Outro sucesso ajudou a ligar a artista à exaltação da autoestima, do ser dado ao manifesto, e ao séquito da comunidade LGBTQIA+: uma versão pop de I Am What I Am (1983), tema do alinhamento de A Gaiola das Loucas, musical então em cena na Broadway.

A voz de Gaynor, hoje mais voltada para a religião, não foi silenciada. Nunca foi tão reconhecido o seu papel como figura de proa na música de dança; continua a gravar música, a solo (venceu em 2020 um Grammy para Melhor Álbum de Roots Gospel) e em colaboração com outras divas, como sucedeu em 2021 com Kylie Minogue. É a glória da sobrevivência, 80 anos depois. 

Gloria Gaynor

Pode também gostar

Imagem de Robert Plant: o ícone do rock, 75 anos depois

Robert Plant: o ícone do rock, 75 anos depois

Imagem de Carlos Paredes: a “inquieta alma nacional” nas cordas de uma guitarra

Carlos Paredes: a “inquieta alma nacional” nas cordas de uma guitarra

Imagem de No FMM, Fattú Djakité consagrou-se rainha de Sines

No FMM, Fattú Djakité consagrou-se rainha de Sines

Imagem de Da rádio à televisão, a Grande Final do Festival da Canção 2024

Da rádio à televisão, a Grande Final do Festival da Canção 2024

Imagem de Jonas apresenta “São Jorge” no CCB

Jonas apresenta “São Jorge” no CCB

Imagem de Concerto A1: Pedro Barroso

Concerto A1: Pedro Barroso

Imagem de Festival da Canção 2024: a 1.ª semifinal, da primeira fila aos bastidores

Festival da Canção 2024: a 1.ª semifinal, da primeira fila aos bastidores

Imagem de Ela Vaz

Ela Vaz

Imagem de “Uma viagem” na 2.ª semifinal do Festival da Canção

“Uma viagem” na 2.ª semifinal do Festival da Canção

Imagem de José Gonzalez em Portugal!

José Gonzalez em Portugal!

PUB
Antena 1

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da Antena 1
  • Aceder ao Instagram da Antena 1
  • Aceder ao YouTube da Antena 1

Instale a aplicação RTP Play

  • Apple Store
  • Google Play
  • Contactos
  • Frequências
  • Programas
  • Podcasts
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026