Luís Paixão Martins, consultor de comunicação política, faz o balanço das campanhas presidenciais

Com experiência em aconselhamento a líderes políticos, o convidado pergunta "como é que as pessoas não percebem que Luís Montenegro e o PSD são uma noz apertada dos dois lados, à esquerda e à direita?".

Luís Paixão Martins ironiza e considera “notável” que haja “pessoas no PSD, na direção do PSD, que, perante um candidato que diz «o objetivo nestas eleições é dominar a direita», acham que isso não é um perigo! É uma coisa que até me faz um bocadinho de impressão”.

Em entrevista ao podcast da Antena 1, “Política com Assinatura”, o consultor de comunicação estratégica e política, com experiência em campanhas eleitorais e aconselhamento a líderes políticos, questiona “como é que as pessoas não percebem que Luís Montenegro e o PSD são uma noz apertada dos dois lados, à esquerda e à direita? E não é um problema para a noz?”.

Paixão Martins deixa o cenário: “se os dois (Seguro e Ventura) crescerem e se Seguro corresponder a uma alma nova da esquerda, quem sofre com isso é o PSD”.

“Fica a governar, em minoria, com dois blocos que vão em crescimento”, e isso, para Luís Paixão Martins, é uma espécie de “tempestade perfeita” para Luís Montenegro.

Veja o vídeo acima e ouça o podcast nas plataformas de streaming, bem como na RTP Play:

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Política com Assinatura

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