Imagem de Cinema São Jorge ouviu o novo disco de Ana Moura em primeira mão

Cinema São Jorge ouviu o novo disco de Ana Moura em primeira mão

O regresso de Ana Moura faz-se com “Casa Guilhermina”, disco muito aguardado que promete surpreender. O nome é uma homenagem à avó da artista.

Imagem de Cinema São Jorge ouviu o novo disco de Ana Moura em primeira mão

Cinema São Jorge ouviu o novo disco de Ana Moura em primeira mão

O regresso de Ana Moura faz-se com “Casa Guilhermina”, disco muito aguardado que promete surpreender. O nome é uma homenagem à avó da artista.

A noite de quarta-feira (9) foi de surpresa para a plateia que encheu a Sala Manoel de Oliveira, no Cinema São Jorge. Ana Moura apresentou na íntegra o seu novo disco, Casa Guilhermina, editado na sexta-feira seguinte (11). Quatro singles já tinham sido revelados ao longo dos últimos meses, e ontem ficámos a conhecer o alinhamento que inclui mais catorze temas.

Este álbum marca o início de uma nova Ana Moura, desinteressada nos rótulos ou nas “caixinhas” em que a quiseram inserir, trazendo um conjunto de temas que juntam estilos musicais e referências do passado e do presente. Na conferência de imprensa, Ana Moura revelou que Casa Guilhermina, na verdade, começou com a última faixa: Nossa Senhora das Dores, de Maria da Fé, sua madrinha de fado, e que acabaria por influenciar todo o disco.

O disco muito aguardado arrancou elogios nesta sessão de “antestreia”, e promete surpreender. Não é por acaso que, terminada a audição, alguns músicos e profissionais do setor manifestaram o seu agrado perante esta nova empreitada de Ana Moura. Tozé Brito chegou até a dizer que este era um dos discos portugueses mais fraturantes dos últimos anos. Vai dar que falar esta Casa Guilhermina.

Texto de Rui Alves de Sousa