Imagem de 40 anos do Live Aid: uma emissão especial da Antena 1

40 anos do Live Aid: uma emissão especial da Antena 1

Volte a ouvir a emissão especial, gravada no Capitólio, com convidados e música ao vivo de Guilherme Gomes (NAPA), A Cantadeira e António Manuel Ribeiro (UHF).

Imagem de 40 anos do Live Aid: uma emissão especial da Antena 1

40 anos do Live Aid: uma emissão especial da Antena 1

Volte a ouvir a emissão especial, gravada no Capitólio, com convidados e música ao vivo de Guilherme Gomes (NAPA), A Cantadeira e António Manuel Ribeiro (UHF).

A Antena 1 assinalou os 40 anos de um dos momentos mais emblemáticos da história da música e do ativismo: o Live Aid. A emissão especial, em direto a partir do Capitólio, em Lisboa, recordou um pouco do que aconteceu naquele dia, o espírito solidário e irreverente daquela maratona de 16 horas que uniu Wembley, em Londres, ao JFK, em Filadélfia, a 13 de julho de 1985. Ouça no link abaixo:

Imagem de Live Aid: 40 Anos

Live Aid: 40 Anos

SABER MAIS

Um domingo para recordar e reviver. A emissão a partir das 10 da manhã desde o Capitólio, em Lisboa, serviu para recordar alguns destes momentos, algumas histórias desse dia, as memórias e o impacto cultural que o Live Aid proporcionou. Alguns convidados passaram por lá para refletir sobre o legado do concerto solidário. E, como a música é a alma desta história, três nomes da música nacional subiram a palco para recriar o espírito do evento: Guilherme Gomes (NAPA), A Cantadeira e António Manuel Ribeiro (UHF). Cada um interpretou um tema original e uma das músicas que foram tocadas nos palcos de Wembley e Filadélfia há quatro décadas.

Organizado por Bob Geldof e Midge Ure, o Live Aid foi mais do que um concerto: foi um grito global contra a fome na Etiópia. Inspirado nas chocantes imagens do sofrimento humano exibidas pela BBC no ano anterior, Geldof já tinha reunido dezenas de artistas para gravar “Do They Know It’s Christmas?”, o single solidário que bateu recordes. Mas em julho de 1985 conseguiu algo ainda maior: juntar mais de 75 artistas num duplo palco, e chegar em simultâneo a 1,9 mil milhões de espectadores, em 150 países. Quase 40% da população mundial assistiu ao que ficou conhecido como a “jukebox global”.

Os números de um feito histórico

  • 72 mil pessoas em Wembley e 89 mil em Filadélfia;
  • 1,9 mil milhões de telespectadores;
  • 40% da população mundial acompanhou a transmissão;
  • Mais de 150 países ligados por satélite;
  • Cerca de 150 milhões de libras arrecadados ao longo dos anos para combate à fome.

Momentos que ficaram para a história

Em 16 horas de música, alguns instantes ganharam estatuto lendário:

  • Queen, com Freddie Mercury a comandar 20 minutos perfeitos em Wembley, considerados por muitos a maior atuação ao vivo de sempre;
  • U2, com um jovem Bono descendo do palco para dançar com uma fã num momento icónico;
  • David Bowie emocionou Wembley com “Heroes”;
  • A reunião dos Led Zeppelin após cinco anos separados;
  • Phil Collins tocando em Londres e, de seguida, voando no Concorde para tocar em Filadélfia no mesmo dia;
  • Paul McCartney encerrando Wembley com “Let It Be”.