Imagem de João Meirinhos no “Sou Pessoa para Isso”

João Meirinhos no “Sou Pessoa para Isso”

Teresa Dias Mendes entrevista o antropólogo para quem o cinema é uma porta de entrada para os mais longínquos lugares do continente africano.

Imagem de João Meirinhos no “Sou Pessoa para Isso”

João Meirinhos no “Sou Pessoa para Isso”

Teresa Dias Mendes entrevista o antropólogo para quem o cinema é uma porta de entrada para os mais longínquos lugares do continente africano.

“Ama como a estrada começa”, o verso de Cesariny é um farol na vida do antropólogo visual, prestes a partir para a próxima expedição.

O cinema é a sua porta de entrada para o mundo que habita os mais longínquos lugares do continente africano.

João Meirinhos é o único português de uma equipa que já atravessou desertos com sede de chegar ao coração de crianças e de adultos para criar comunidade..

Não levam Hollywood nem Netflix, como gosta de dizer, procurando através de documentários, uma reflexão sobre temas tão vastos como a migração, o racismo ou a agroecologia.

Há um sonho por cumprir, e é esse o argumento para a conversa que segue o percurso e as aventuras já vividas nos últimos 15 anos.

Quando João Meirinhos nos convida a “Salvar a Maggie”, é difícil resistir. Porque será a bordo deste antigo camião dos bombeiros, que fará a última expedição, antes de o doarem a uma associação africana.

A Maggie é a luz do cinema no coração de África, onde cada estrada é um começo.

João Meirinhos é “Pessoa para Isso”.

Texto e programa de Teresa Dias Mendes