Imagem de Visionários Vol. IV: um camaleão chamado David Bowie na “Terra Média”
Brian Duffy e Celia Philo / Parlophone

Visionários Vol. IV: um camaleão chamado David Bowie na “Terra Média”

Os peregrinos da "Terra Média" juntam Nuno Galopim à sua caravana, para explorarem o trilho complexo da história de David Bowie. As múltiplas fases e os sons do grande “Camaleão” que se transfigurou ao ritmo dos tempos e da sua intuição, vincando a iconografia dos séculos XX e XXI.

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Visionários Vol. IV: um camaleão chamado David Bowie na “Terra Média”

Os peregrinos da "Terra Média" juntam Nuno Galopim à sua caravana, para explorarem o trilho complexo da história de David Bowie. As múltiplas fases e os sons do grande “Camaleão” que se transfigurou ao ritmo dos tempos e da sua intuição, vincando a iconografia dos séculos XX e XXI.

Dizem os dicionários que um visionário é alguém que alia a visão à competência, que consegue vislumbrar o futuro, prever tendências e antecipar mudanças. Alguém que segue à frente do seu tempo, em vez de ser empurrado por ele. Na Terra Média, temos vindo a descobrir os visionários do seu panteão.

Hoje, junta-se à nossa caravana mais um explorador: Nuno Galopim, Diretor da Antena 1 (nosso líder espiritual, portanto), para nos auxiliar na pesquisa sobre um Visionário sem par: David Jones, mais conhecido como David Bowie.

Ao longo de 4 décadas, Bowie deixou uma marca inconfundível na nossa cultura e não apenas no domínio da música. Este antigo estudante de artes aprendeu a ser inquietante, provocador, polémico e genial em todas as artes e meios que encontrou à sua frente.

O artista a quem chamaram “o Camaleão” ou “o Alien” nunca aceitou ser enquadrado num qualquer rótulo, transfigurou-se ao ritmo dos tempos, dos meios e da sua própria intuição, contribuindo como poucos para a iconografia do século XX (e XXI).

O mortal David Jones e o imortal David Bowie, articulados em todas as suas personagens e alter-egos, ocupa um lugar elevado na nossa cultura.

Subimos à colina onde assenta o seu Totem, aqui… na Terra Média.

Texto de Gonçalo Madaíl