Mário Crespo é um jornalista inimitável.
Hoje, com quase 80 anos, continua a manter-se jovem, uma espécie de milagre que, confessa, se deve ao amor pela sua mulher e pela vida.
Esteve longos anos nos Estados Unidos, conheceu bem George W. Bush e Bill Clinton, foi muito próximo de Kaúlza de Arriaga, o pai que nunca teve.
Uma entrevista de Luís Osório ao jornalista mais americano da história de uma profissão que perdeu uma parte do seu romantismo, mas que não perdeu um dos seus heróis, um dos mais polémicos, um dos que dividiu as águas.