Estamos a viver dias trepidantes, depois de um domingo de começos.
A rubrica diária de Fernando Alves nas manhãs da Antena 1, para ouvir e ler.
Morreu um ícone, uma revolucionária, alguém que era impossível de imitar. Adília Lopes partiu e Tolentino de Mendonça regressou a Portugal para se despedir e a sepultar.
Há festejos que passam na rádio.
A relação de Catarina Furtado com o ex-marido João Reis é o pretexto para se falar sobre as relações quando terminam ou o que delas fazemos.
No combate pela convivência de Gaza ao Afeganistão.
Durante as festas os homens do lixo não apareceram nas ruas de Lisboa. A cidade ficou soterrada e nauseabunda, mas foi uma boa notícia: demos finalmente por eles.
Horas de extraordinária expectativa e esperança.
Foi o tempo de celebrarmos a família, mas a pergunta é importante e talvez faça sentido: falarias com todas as pessoas da tua família se não fossem da tua família?
O acordo entre Israel e o Hamas está sobre a meta.
A história do professor que vivia numa carrinha em parques de estacionamento, já foi resolvida. Mas há centenas de histórias parecidas. Os professores continuam a ser tratados como se fossem pessoas menores.
A Gronelândia e o que faz dela a desejada Ilha dos tesouros.
Pedro Proença apresentou a sua candidatura à presidência da Federação Portuguesa de Futebol. Na sua vida ganhou todas as batalhas e nesta ameaça voltar a fazê-lo. Qual o segredo?
Moçambique e Venezuela.