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Nos 70 anos da morte de Carmen Miranda

Afinal de contas, o que é que a baiana tem? Rui Miguel Abreu dedicou-lhe um episódio de "Num País Tropical", programa da Antena 1.

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Nos 70 anos da morte de Carmen Miranda

Afinal de contas, o que é que a baiana tem? Rui Miguel Abreu dedicou-lhe um episódio de "Num País Tropical", programa da Antena 1.

Há 70 anos, partia Carmen Miranda. Nesta data, recorde o episódio que Rui Miguel Abreu dedicou a este ícone. Afinal de contas, o que é que a baiana tem? A história da mulher que foi um tesouro cultural do século XX e que influenciou continentes e artistas… e até o rumo da História.

Ao longo de oito episódios, Rui Miguel Abreu explorou de diferentes ângulos, a rica cultura musical do Brasil, partindo de Carmen Miranda e do Samba à descoberta de importantes capítulos desse grande livro: da Jovem Guarda e da Bossa Nova, ao Tropicalismo, da MPB ao Movimento Black Rio e mais além. O programa completo está disponível na RTP Play.

Sobre Carmen Miranda

Nascida em Marco de Canaveses, ainda bebé atravessou o Atlântico rumo ao Brasil. Foi lá que, entre discos e palcos, nasceu a “Pequena Notável”. Em 1930, explodiu com “Taí“, o primeiro de muitos sucessos que fizeram dela um fenómeno da música popular brasileira — e símbolo do samba no mundo.

Em 1939, conquistou a Broadway e Hollywood com um estilo irreverente: baiana estilizada, cesta de frutas na cabeça e voz que cruzava fronteiras. Participou em 14 filmes nos EUA, cantou, dançou e encantou. Mas também sofreu com a distância do Brasil e o peso da personagem que o mundo esperava.

Sete décadas depois, a estrela que cruzou oceanos e corações permanece como ícone pop, irreverente e inesquecível. A baiana “portuguesa” que o mundo nunca esqueceu.