Uma entrevista para a história de Luís Miguel Cintra. O encenador dos encenadores. Figura maior do teatro português. Um dos maiores e mais relevantes artistas portugueses. Fundador da Cornucópia. Encenador e ator.
Intelectual luminoso e retirado de cena há dez anos depois de ter sido diagnosticado com uma doença degenerativa. Fez silêncio. Mudou de cidade. De Lisboa para o Porto. E tem em Serralves um “Pequeno Teatro do Mundo”, coleção de esculturas com figuras que representam vidas congeladas, como o seu mundo ficou depois do teatro ou, poderosa alternativa, como o mundo está – vazio, sem novas palavras, morto sem estar morto, vivo sem estar vivo.